ADART. AD/ART. ANGGARAN DASAR/ANGGARAN RUMAH TANGGA. HONDA-MAESTRO-RIDERS-CLUB (HMRC) Mukadimah. Honda Accord Meastro adalah sebuah tipe kendaraan Jepang yang dalam kurun waktu 1990-1993 menjadi salah satu kendaraan sedan terbaik yang pernah hadir di Indonesia melalui ATPM PT.Honda Prospect Motor Jakarta.
MaxPayne 3 - Official Theme Max Payne 3 is a third-person shooter video game, and the third and thus far, final title in the Max Payne series. The game was released on May 15, 2012 in North America and on May 18 in Europe, it was developed primarily by Rockstar Vancouver and was published by Rockstar Games for the PC, PlayStation 3 and Xbox 360. It
Rizomawas born out of a challenge: to bring style and design to an industry in which the product was seen as just a spare part.
WithTenor, maker of GIF Keyboard, add popular Discord animated GIFs to your conversations. Share the best GIFs now >>>
AtW3Layouts, we have HTML website templates and WordPress Themes with a predefined set of required web pages designed specifically for various businesses and professionals. We have a collection of more than 4000 free website templates using which you can build a business portfolio or an eCommerce website to sell your products online or a
Vay Tiền Trả Góp 24 Tháng. Em agosto, a Honda PCX emplacou bem mais que sua arquirrival, a Yamaha NMax 160. Foram unidades vendidas contra respectivamente. No acumulado do ano, a PCX lidera com folga unidades ante a NMax que é vice. A vantagem nas vendas, porém, não é indicativo de vantagem no uso. A Yamaha NMax ganhou uma nova geração em novembro do ano passado, o que mudou bastante coisa na scooter da marca. Renovada, a moto recebeu visual repaginado, chassi revisto, novo acerto de suspensão e também um pacote de itens de série mais completo. O preço, no entanto, acompanhou as alterações e a NMax hoje parte de R$ sem contar o frete. Resposta curta? Quase tudo. Se você apenas bater o olho nessa nova Yamaha NMax, pode confundí-la com a irmã maior, a XMax 250. A scooter "encorpou" com a nova geração e se você a colocar lado a lado com a geração anterior, é difícil afirmar que se trata da mesma moto. Uma antiga reclamação dos donos da NMax, o espaço pequeno para os pés, foi resolvido pelo novo chassi, com tubulação revisada e pontos de solda revisados. A marca aproveitou a estrutura também para fazer melhorias no sistema de suspensão da moto. Com rodas pequenas e suspensões de pouco curso, um bom acerto dos amortecedores é crucial para o conforto desse tipo de motocicleta. Para ajudar nesse quesito, o banco ganhou um novo formato e uma densidade diferente para a espuma. O motor também mudou. Permaneceu como um monocilíndrico de 155 cm³ com quatro válvulas e arrefecimento a líquido, mas a Yamaha mudou bloco, pistão e cilindro, que foi revestido com material que reduz as resistências internas do propulsor. A moto já contava com comando variável de válvulas, mas com a nova geração, ganhou o sistema start/stop, algo que a PCX já trazia. Falando em trazer de fábrica, a Yamaha NMax 160 2022 traz de série faróis e lanternas de LED, rodas de liga leve de 13", freios a disco em ambas com ABS nas duas, chave presencial, tomada 12V e pisca alerta. Os pneus têm medidas 130/70 na traseira e 110/70 na dianteira. Particularmente, sempre admirei o segmento de scooters. Com um público mais ligado em mobilidade, não são motociclistas tradicionais fiéis a esta ou àquela marca. Tanto que o domínio da Honda nesse segmento cai de quase 80% no ranking geral para pouco mais de 60% entre as scooters. E uma das "guerreiras da resistência" sempre foi a Yamaha NMax 160. Desde a primeira geração, a moto sempre foi admirada por seu desempenho, conforto e agilidade sobre a concorrência. E a impressão que ficou da nova geração da NMax foi a de evolução dessa mesma proposta. Não estou nem falando do visual, que realmente me fez confundi-la com a XMax 250. A scooter mais vendida da Yamaha evoca um pouco da linha tradicional de motos da marca dos três diapasões. Nessa nova geração, mesclou linhas um pouco mais orgânicas com traços mais marcados na dianteira, principalmente no farol duplo de LED. Além da forma, a função também foi bem pensada. Além da chave presencial, o espaço para bugigangas no escudo também foi bem pensado. À direita, o compartimento é fechado. Já à esquerda é aberto e traz a tomada 12V. Ambos abrigam com facilidade um smartphone, algo que não acontece nas concorrentes, diga-se de passagem. Ter a 12V em um porta-treco exposto aos elementos parece contra intuitivo, mas o compartimento é fundo o suficiente para nada escapar. Eu pelo menos deixei meu celular e rodei normalmente. Não tive problemas. Por outro lado, o característico espaço sob o assento não é tão farto quanto nas rivais. Meu capacete aberto não coube facilmente por lá. Mas para capa de chuva e pequenas compras, cumpre bem seu papel. Ao se fechar o assento e usá-lo para o que foi feito, a Yamaha NMax provê uma postura natural de pilotagem, com os pés um pouco avançados e braços semi-flexionados. A ergonomia também merece elogios. Desde de ampla área de cobertura dos retrovisores ao comando do computador de bordo que fica no punho esquerdo. O acelerador é leve e os comandos do piloto para os freios são respondidos prontamente. E aqui não tem essa história de ABS só na roda dianteira. A NMax traz o equipamento também na traseira. Falando em comodidades, o tanque da scooter da Yamaha está entre os maiores da categoria, com mais de 7 litros de capacidade e abertura independente. Além de levar mais tempo para abastecer, também não é preciso levantar o banco para encher o tanque. A questão é que, durante o teste, o computador de bordo acusou um consumo médio de 35,7 km/ em uso majoritariamente urbano, mais baixo que a dos modelos da Honda, mas há uma boa desculpa pra isso. O motor de 155 cm³ pode parecer pouca coisa, mas é o "bicho é enjoado", como se diz no popular. Além de 4 válvulas, tem comando variável e refrigeração a água. Alternando entre mais torque em baixas rotações e mais potência em giro alto, o resultado é que a NMax acelera rápido em qualquer situação, sem passar a sensação de que perde o fôlego em alta. O câmbio ajuda, como bom CVT que é, qualquer toque no acelerador faz a rotação subir. Quando o comando variável entra em ação, acende-se uma luz no painel escrito "VVA", o ronco encorpa e a moto segue em franca aceleração até a velocidade máxima. Nessa situação, a NMax vai chegar aos 120 km/h com um pouco de paciência, mas recomendo uns 110 km/h para seguir com tranquilidade. Além de demorar a chegar aos 120 km/h, nessa velocidade a suspensão também está no seu limite de segurança. Mas, tirando essa situação extrema, é uma das que mais merecem elogios no uso diário. As scooters costumam sofrer com pisos irregulares pelo pouco curso dos amortecedores e rodas pequenas. Na Yamaha, não sei o que fizeram, mas você se sente muito mais em uma moto convencional. E isso não compromete a agilidade da NMax nas mudanças de direção, que continua sendo um dos pontos altos da moto. Foi uma das poucas scooters que andei e não senti dor nas costas. Falando em conforto, o sistema de start/stop, que estreou nessa nova geração, está bem acertado. Seu funcionamento é pouco perceptível. Leia mais Como vocês viram, a nova geração da Yamaha NMax acentuou as qualidades do modelo antigo, como o desempenho, trazendo mais comodidade e segurança. Em seu segmento, é a mais rápida e a mais confortável. Só que se o espaço sob o banco e economia de combustível estiverem na sua lista de necessidades, é bom ficar atento. Com um preço de R$ não é nada barata também. Mas você pode gastar R$ em uma Honda PCX DLX ABS e ainda não terá o ABS na traseira nem o conforto da NMax. Então a opção da Yamaha não está há tanto tempo na vice-liderança por mera coincidência. Chegou onde chegou por mérito. Ficha Técnica Yamaha NMax 160 MOTOR monocilíndrico, gasolina, 155 cm³, arrefecimento a líquido POTÊNCIA/TORQUE 15,4 cv rpm; 1,4 kgfm rpm TRANSMISSÃO Automática, relações variáveis CVT SUSPENSÃO Garfo telescópico, 100 mm de curso; duplo amortecedor, regulagem de pré-carga, 86 mm de curso CHASSI Underbone RODAS liga leve, 13" na dianteira e 13” traseira FREIOS Disco, 230 mm de diâmetro; Disco, 230 mm de diâmetro PESO 131 kg em ordem de marcha DIMENSÕES altura do assento 765 mm; comprimento 1,94 m; entre-eixos 1,34 m; altura 1,16 m; largura 0,74 m TANQUE 7,1 litros 1,7 L de reserva PREÇO R$
Oct 21, 2021 at 1145pm ET 2 min read The Yamaha NMAX is one of Team Blue's best-selling small-displacement scooters in Europe and Asia. In the market since 2017, the NMAX has seen a number of revisions, but has remained more or less identical to its original formula. This urban runabout basically takes the recipe to Yamaha's bigger maxi-scoots—the XMAX and TMAX, and optimizes it for urban mobility at an affordable price point. For the 2022 model-year, Yamaha has bestowed a few key refinements on the NMAX, making it even better than before. Priced at 3,499 Euros, or the equivalent of $4,080 USD, it continues to boast impressive value for money, particularly in Europe's dense urban cities. The revised NMAX 155 basically carries over all the styling updates of the recently updated NMAX 125 in the region. As such, it gets new LED lighting, more sporty bodywork, and slightly revised ergonomics. The seating position has been extended slightly to account for taller riders, while the bars now sit higher, providing a more comfortable and relaxed riding position. Yamaha has also increased the fuel capacity for the 2022 NMAX, fitting it with a larger liter fuel tank. As such, Yamaha now claims a range of around 300 kilometers, provided, of course, that you go easy on the throttle. It continues to draw power from the liquid-cooled, fuel-injected, 155cc, single-cylinder motor we find in Yamaha's premium Asian lineup consisting of the YZF-R15, MT-15, and XSR155. This engine gets Blue Core technology optimized for Euro 5 compliance, as well as Variable Valve Actuation VVA which tweaks valve timing for efficiency down low, and performance up top. The NMAX claims an output of 15 horsepower. As far as techie features are concerned, the 2022 NMAX 155 comes fully equipped with a new Communication Control Unit CCU which enables you to pair your shiny new scooter to your smartphone via Bluetooth connectivity. It integrates to your phone via Yamaha's My Ride mobile application, which allows you to view vital information such as service and maintenance schedules, battery health, and navigation and trip data. Last but not least, a 12V power socket and ample under-seat storage offer just a tad more practicality on long days on the saddle. In Case You Missed It
Com a pandemia tendo causado uma maior busca por alternativas ao transporte público, jogou-se mais luz aos scooters, que oferecem a agilidade de uma moto com mais praticidade e são bem mais acessíveis que um carro. Nesse cenário, os dois campeões de venda são o Honda PCX 150 e o Yamaha NMax 160, respectivamente líder e vice-líder da categoria no acumulado de vendas de 2021. Nessa briga acirrada, o PCX já registrou emplacamentos no ano até abril, contra unidades do NMax. A distância entre os dois já foi maior, mas vem caindo nos últimos meses. O modelo da Yamaha ganhou uma nova geração no ano passado, recebendo melhorias no chassi, banco, motor e equipamentos de série. Ao mesmo tempo, o ritmo de produção da Honda foi prejudicado no início de 2021 com a paralisação temporária da linha de montagem da empresa, algo que a rival também sofreu no começo de maio. Galeria Honda PCX 150 2020 Aproveitando que a disputa da categoria está aquecida, colocamos frente à frente o que cada um dos scooters entrega no papel, mostrando onde se sobressaem ou ficam para trás. Para deixar os valores e os equipamentos similares, utilizamos para a comparação o Honda PCX 150 Sport ABS, versão mais completa, e o Yamaha NMax 160 ABS em sua única opção disponível. Honda PCX 150 Sport ABS R$ Yamaha NMax 160 ABS R$ A versão mais completa do Honda PCX 150 é equipada de fábrica com partida elétrica, rodas de liga leve de 14 polegadas, cavalete central, painel de instrumentos digital, freios a disco na dianteira e na traseira 220 mm, ABS, start/stop Idling Stop, trip A e B, relógio, marcador de combustível, marcador de consumo, tomada 12V no escudo, iluminação por LEDs e chave presencial. Já o Yamaha NMax traz de série partida elétrica, rodas de liga leve de 13 polegadas, cavalete central, painel de instrumentos digital, freios a disco na dianteira e na traseira 230mm, ABS, start/stop, trip A e B, relógio, marcador de combustível, marcador de consumo, tomada 12V ao lado do painel, iluminação por LEDs e chave presencial. Galeria Yamaha NMax 160 2021 Em termos de motorização, o Honda PCX fica um pouco atrás do rival. Seu monocilíndrico de 149,3 cm³ tem arrefecimento a líquido, comando simples no cabeçote e 2 válvulas. Na prática, entrega 13,2 cv de potência e 1,38 kgfm de torque. Por outro lado, é um pouco mais leve , com 126 kg, e tem um tanque de 8 litros. Já o Yamaha NMax 160, como o nome diz, tem um pouco mais de motor. O monocilíndrico tem 155 cm³, comando simples variável no cabeçote e 4 válvulas. Com isso, já é capaz de entregar 15,4 cv de potência e 1,40 kgfm de torque. Por outro lado, pesa 131 kg e o tanque acomoda apenas 7,1 litros. Este é um dos pontos fracos de qualquer scooter de entrada. Por via de regra, quanto maiores as rodas e o curso da suspensão, mais preparada está a moto para a buraqueira. Nesse ponto, o Honda PCX fica um pouco à frente, oferecendo rodas de 14 polegadas com pneus 100/80 na frente e 120/70 na traseira. A suspensão dianteira é por garfo telescópico com 100 mm de curso, enquanto a traseira tem duplo amortecedor, também com 100 mm de curso. Por sua vez, o Yamaha NMax traz o mesmo sistema de suspensão. Porém, enquanto o curso da dianteira tem os mesmos 100 mm, na traseira são apenas 86 mm. Por outro lado, o Yamaha compensa as rodas de 13 polegadas com pneus mais largos, focando em estabilidade. São de medidas 110/70 na frente e 130/70 na traseira. Leia também Antes de concluir, vale lembrar que os scooters foram comparados a partir de suas fichas técnicas. Em tal situação, vê-se que o Honda PCX traz como vantagens uma ciclística mais preparada para terrenos ruins, com mais curso de suspensão na traseira e rodas maiores, além de ser mais leve, ter um tanque maior e ser ligeiramente mais em conta. Enquanto os rivais trazem um nível de equipamentos de série muito similar, fica claro que o foco do Yamaha NMax é em dirigibilidade e desempenho, agregando maiores potência e torque em conjunto a pneus mais largos. Ouça o podcast do Your browser does not support the audio element. Siga o Brasil no Facebook Siga o Brasil no Instagram
A Yamaha lançou o scooter NMax 160 em 2016, desde então ele ganhou mercado e figura entre as escolhas mais populares do seu segmento no país. E neste ano, o modelo recebeu sua primeira atualização. O NMax 2021, chegou com uma série de novidades para bater de frente com a concorrência. Entretanto, avaliando apenas o modelo fica a dúvida, vale a pena? Bem vamos conferir então os prós e contras do scooter. NMax 2021 foi a primeira grande atualização do modelo desde o lançamento Yamaha NMax review no Guia de Motos Em 2021 o NMax passou a contar com o SmartKey, que é o sistema de partida sem chave, recebeu também a útil tomada de 12v para carregar principalmente o smartphone. Agora o farol e a lanterna são em LED, mas os piscas não receberam ainda a novidade. Foi inserido também o sistema StartStop, que desliga o motor automaticamente em paradas longas. O destaque dos freios ABS nas duas rodas segue presente. A capacidade do compartimento sob o assento foi ampliada, mesmo que de forma tímida para 25 litros. O painel digital também teve retoques no design. NMax recebeu retoques e novos itens para enfrentar concorrência Na motorização, o scooter seguiu com o monocilíndrico de 160 cc, que produz potência de 15,4 cv a rpm e torque de 1,4 a rpm. O modelo tem rodas de liga leve de 13 polegadas de diâmetro, calçadas com pneus sem câmara de 110/70 na dianteira e de 130/70 na traseira. A concorrência é ferrenha, o principal concorrente do NMax o, Honda PCX, lidera o segmento com folga. Mas modelos de menor cilindrada, como o Elite 125, também chegam para abocanhar fatia de mercado entre ágeis de duas rodas destinados ao uso urbano. Para atrair ainda mais o público, a Yamaha promoveu lançamentos como o NMax Star Wars e a ainda aguardada Homem Aranha. No detalhe, o mais recente painel da NMax Veja também Honda Biz 110i; Veja review com prós e contras Novo NMax 2021 5 quesitos nos quais o PCX ainda é melhor Hora de economizar 5 motos que fazem 50 km por litro Yamaha NMax Pontos positivos Publicidade Pontos negativos Pequena, ideal para deslocamentos em trechos urbanos dentro da cidade Não vai bem para o uso em rodovias ou estradas Econômica, chega a fazer médias de até 38 km/litro Não é flex, sem a opção de rodar com etanol junto a gasolina Tem cambio do tipo automático CVT Pedaleira alta para o garupa Sistema ABS nas duas rodas Compartimento abaixo do banco poderia adequar melhor o capacete, especialmente os fechados SmartKey, sistema de partida sem chave Capacidade do tanque de combustível poderia ser maior Sistema StartStop, desliga o motor automaticamente em paradas longas Setas não são em LED Yamaha NMax vale a pena? O Yamaha NMax é um modelo destinado ao uso na cidade, entre os carros e ruas apertadas, habitat natural de um scooter ágil para rápidos deslocamentos. Entre os seus destaques, ele também oferece economia. O tanque com capacidade para 7,1 litros registra consumo na média de 38 km/l, conforme teste do Motonline o que dá uma autonomia de cerca de 266, claro, se sua tocada for muito gentil com o acelerador. Na Europa ainda vemos uma opção ainda mais economia, a Nmax 125 Fácil de guiar e com tamanho adequado para os disputados trechos das cidades, o modelo é uma boa escolha para iniciantes do mundo das duas rodas. Além disso, são apenas 76,5 cm de altura do banco em relação ao solo, ideal para condutores mais baixos que querem ficar com o pé firme no chão. O preço médio do modelo zero quilômetro é R$ tabela Fipe, mas o NMax 2017 custa aproximadamente R$ Para saber mais, ver a ficha técnica ou opinar sobre a Yamaha NMax, acesse o Guia de motos!
ad art club motor nmax